... ah, a felicidade !
Por razões de seriedade, devo avisar que este tema, que constituiu ontem o «Destaque» do Público, já foi abordado em outros blogues com sensatez e profundidade, pelo que não resta acrescentar muito.um blogue de esquerda em homenagem à Comuna de Paris
... ah, a felicidade !
Por razões de seriedade, devo avisar que este tema, que constituiu ontem o «Destaque» do Público, já foi abordado em outros blogues com sensatez e profundidade, pelo que não resta acrescentar muito.
POETAS & POEMAS
1) Gastão Cruz
2) Sylvia Plath
3) Carlos de Oliveira
4) Manuel da Fonseca
5) Manuel Gusmão
6) Fiama Hasse Pais Brandão
7) Manuel António Pina
8) Ruy Belo
9) Sophia de Mello Breyner
10) Alexandre O'Neil
11) Herberto Helder
12) Eugénio de Andrade
13) António Franco Alexandre
14) Jorge de Sena
15) José Tolentino de Mendonça
16) Nuno Júdice
17) António Ramos Rosa
18) José Gomes Ferreira
19) Raúl de Carvalho
20) Miguel Torga
21) Egito Gonçalves
22) Joaquim Manuel Magalhães
23) Mário Dionísio
24) David Mourão-Ferreira
25) Luís Veiga Leitão
"OS FILMES EM CARTAZ"
1) Citizen Kane
2) Casablanca
3) La Dolce Vita
4) Rocco e os seus irmãos
5) Novecento
6) Johnny Guitar
7) Vertigo
8) Shane
9) Roma, cidade aberta
10) Norma Rae
11) Esplendor na Relva
12) Odisseia no Espaço
13) As vinhas da ira
14) A rapariga da mala
15) Luzes da Ribalta
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4 comments:
Excelente este post, concordo 100%, deixem lá a felicidade em paz e deem-nos o que temos direito.
Mário Rui
Isto é um grande Teatro....mas,democrático!
E alguns ainda estão mais felizes porque lutam com determinação contra este estado de coisas.
Vitor, a ideia da função da felicidade não é um tema novo na economia. Existem trabalhos interessantes que procuram relacionar níveis de rendimento, desemprego, precariedade, participação, entre outros, e o conceito de bem-estar (aqui associado à ideia de quanto maior o bem estar, maior a felicidade).
Os inquéritos existentes apresentam alguma evidência de que o desemprego e a precariedade estão negativamente correlacionados com o bem-estar. A participação está directamente correlacionada. E por fim, deste conjunto de variáveis que seleccionei, o rendimento num determinado momento também está directamente correlacionado. No entanto, se observarmos ao longo do tempo esta correlação deixa de existir. Ou seja, está presente uma valorização do rendimento relativo, de posicionamento relativo numa escala de rendimentos. Concordo que é muito discutível relacionar variáveis quantitativas com qualitativas sujeitas a forte subjectividade. No entanto é possível traçar tendências. O que se torna perfeitamente subjectivo e até desonesto é afirmar que o povo português è feliz... E mesmo comparar o nível de felicidade entre diferentes países. O que é possível (na minha opinião) é fazer a relação das variáveis (a sua valorização e contributo) com o sentimento de bem-estar.
Já agora. Sem ainda ter sido explorado, seria interessante relacionar o conceito de felicidade (bem-estar) com o de pauperização e perceber que o rendimento absoluto e o que podemos adquirir com ele não tem o mesmo significado ao longo do tempo. E por isso, não podermos afirmar que hoje somos mais ou menos "ricos".
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